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Marilúcia, 37 anos, indígena da etnia Sateré Mawé, nasceu e cresceu na T.I Andirá Marau, no Baixo Amazonas, onde vive até hoje com seus dois filhos, Márcio, 12, e José, 8, na comunidade de Ponta Alegre.

Aos 25 anos Marilúcia se viu obrigada a ser mãe solo, ela faz parte da estatísticas de mulheres que acabam desistindo dos direitos dos filhos por ser uma luta desgastante.  

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A rotina de vida de Marilúcia não teve muitas mudanças, pois a doença chegou no território indígena com poucos casos confirmados, não houve contagio comunitária devido a barreira sanitária instalada na fronteira da demarcação e devido ao roçado (casa de farinha) ser isolado da comunidade.

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As principais dificuldades enfrentadas por Marilúcia durante a pandemia, foi não poder viajar ate a cidade para vender seus produtos, cultivados em seu roçado, e nem receber seu benefício social, assim não podendo comprar os alimentos básicos, com isso teve que fazer dividas no comercio da comunidade.

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A rotina dos filhos também não mudou muito, com a paralisação das aulas, apenas tiveram mais tempo para se dedicar a suas atividades, como brincar, pescar e ajudar sua mãe no plantio do roçado.  

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